São Gonçalo inicia revisão do Plano Diretor Participativo

São Gonçalo inicia revisão do Plano Diretor Participativo
Iniciativa tem como objetivo definir os instrumentos de planejamento urbano para reorganizar os espaços do município
A Prefeitura de São Gonçalo deu o pontapé inicial para a revisão do Plano Diretor Participativo, marcando o início de um novo ciclo do planejamento urbano no município. Na ultima semana, a Secretaria de Gestão Integrada e Projetos Especiais (Semgipe) assinou contrato para elaboração de estudos e plano de ação para a atualização do plano.
O Plano Diretor é o principal instrumento de planejamento urbano da cidade. Ele orienta o crescimento do município e define diretrizes para áreas como habitação, mobilidade, meio ambiente e infraestrutura. Em São Gonçalo, o plano vigente foi instituído em 2009 e não passou por uma revisão completa desde então, o que torna a atualização fundamental para acompanhar as transformações da cidade.
Serão realizados estudos, diagnósticos, avaliações temáticas integradas, diretrizes e proposições, plano de ação e investimentos, além da proposição e/ou revisão de instrumentos urbanísticos. A revisão do Plano contará com a realização de reuniões, oficinas e audiências públicas, garantindo a participação da população em todas as etapas do processo.
A secretária de Gestão Integrada e Projetos Especiais, Rafaela Santana, destacou a importância do momento, explicando que também estarão desenvolvendo, através de parcerias, o Plano Municipal de Redução de Riscos e o Plano Local de Ação Climática.
“A revisão acontece em um momento estratégico. A atual gestão já editou importantes instrumentos de planejamento, como o Plano Estratégico Novos Rumos, o Plano de Mobilidade Urbana e o Plano Local de Habitação de Interesse Social. Com isso, São Gonçalo avança para um novo cenário de planejamento integrado, evitando descompassos entre os instrumentos urbanos e fortalecendo a coerência das políticas públicas”, destacou a secretária.
Segundo Rafaela Santana, “tal alinhamento representa um marco na política urbana do município, consolidando um novo ciclo de planejamento com base temporal comum e integrada, que permitirá ações mais coordenadas, eficientes e alinhadas às reais necessidades da população”.


