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‘Aqui tem amor, carinho’: idosas acolhidas na URS Nilda Ney emocionam em depoimento na TV – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro


Reportagem mostra histórias de mulheres que recebem cuidado e proteção em unidade da SMAS. FOTO: Divulgação SMAS

As rotinas e vivências de idosas acolhidas na Unidade de Reinserção Social (URS) Nilda Ney, da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) do Rio, foram assunto da série Tempo Rei, do canal de TV por assinatura Globonews. A repórter e apresentadora Leilane Neubarth ouviu histórias emocionantes e as descreveu no episódio “Vidas em Moradias”, o segundo da temporada 2 do programa, que aborda temas relacionados ao envelhecimento.

Uma das entrevistadas foi a bacharel em Direito Ângela Mendes, de 70 anos. Ela contou que cuidou de vários parentes e que perdeu “um por um” devido ao câncer. Hoje, vivendo na URS Nilda Ney, Ângela revelou ter encontrado suporte emocional no abrigo, que fica em Bangu, na Zona Oeste.

— Aqui tem amor, carinho. Demais — resumiu.

Também em depoimento no episódio, exibido em 11 de maio e disponível no Globoplay, a diretora da URS, Ludmilla Félix, explicou qual é o perfil da maioria das acolhidas:

— São mulheres que passaram a vida cuidando de alguém, e chega um momento em que a vida cobra que tipo de cuidado a pessoa está tendo com ela mesma. A questão da saúde mental e do autocuidado é muito relevante neste abrigo para o acolhimento delas.

Apresentadora se emocionou

Nas redes sociais, a equipe da URS mostrou imagens em vídeo do momento em que as acolhidas se viram retratadas na TV, durante a exibição do programa. “Assistir à reportagem despertou nelas emoções diversas”, informa a postagem. “Elas se perceberam importantes, reconhecidas em suas trajetórias e com muito ainda a ensinar, emocionar e representar”, destaca também o texto.

Leilane Neubarth comentou na publicação:

— Que alegria provocar emoções em pessoas que me emocionaram! Beijos meus e muito obrigada a todas vocês.

Sobre a URS Nilda Ney

A unidade atende até 16 idosas com autonomia parcial preservada, em situação de vulnerabilidade social. São mulheres com vínculos familiares e comunitários fragilizados ou rompidos e, na maioria dos casos, sem rede de apoio. As acolhidas não demandam cuidados de alta dependência, mas necessitam de proteção social especial de alta complexidade, com acompanhamento contínuo.

Na URS, o objetivo é promover proteção integral, autonomia e qualidade de vida. As acolhidas recebem cuidados pessoais diários — higiene, alimentação e administração de medicação — e participam de atividades de convivência, socialização e lazer. São oferecidas oficinas de estimulação cognitiva e orientação para documentação civil, além de acesso a benefícios socioassistenciais e ações voltadas à reinserção familiar, quando possível.

Na equipe da URS, há profissionais de assistência social, psicologia, nutrição e enfermagem. O acompanhamento médico é feito pela Clínica da Família da região.

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  • 14 de maio de 2026


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