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São Gonçalo apresenta plano de habitação em evento da ONU


São Gonçalo apresenta plano de habitação em evento da ONU

Seminário internacional reúne representantes de vários países

A Prefeitura de São Gonçalo participou do Seminário Internacional Cooperação Sul-Sul para Políticas de Habitação Sustentável, da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e o ONU-Habitat (Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos), na última sexta-feira (27), no auditório do Instituto Pereira Passos (IPP), na cidade do Rio de Janeiro.

O seminário internacional reuniu gestores e técnicos da área de habitação dos governos nacionais, da América Latina e dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, além de representantes do Ministério das Cidades e da Agência Brasileira de Cooperação.

O município de São Gonçalo foi representado pela Secretaria de Gestão Integrada e Projetos Especiais (Semgipe), através da subsecretária Mariana Estevão, que participou do painel 3, cujo tema era “A experiência do CAU-RJ e de municípios da Região Metropolitana”, onde representantes das cidades do Leste Metropolitano apresentaram suas ações para o tema da habitação de interesse social. 

Mariana realizou uma apresentação do diagnóstico do Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS) de São Gonçalo, que vem sendo elaborado por equipe técnica da Prefeitura, com participação popular, através de consulta pública e audiência contendo munícipes, representantes de movimentos sociais e empresariado local. 

“Foi muito bom saber o que vem sendo feito em outros lugares e perceber como as cidades estão investindo em programas mais diversos do que simplesmente a provisão habitacional pela construção de unidades novas, com destaque para programas de assistência técnica para melhorias habitacionais e requalificação de imóveis em áreas centrais para converter em moradia. Durante o seminário, mostramos o que vem sendo feito como estratégia de superação para o déficit e a inadequação habitacional em São Gonçalo. Deixando claro que esse é um grande desafio para a cidade, que depende da reunião de dados precisos, de planejamento e obtenção de recursos para tratar as diferenças demandas habitacionais”, observou a subsecretária. 

A primeira audiência de contribuição participativa do PLHIS aconteceu em junho deste ano, onde foi possível apresentar dados preliminares sobre o déficit habitacional no município e, durante a plenária, os participantes tiveram a oportunidade de complementar as informações, através de dinâmica própria.

“Este processo participativo possibilitou a elaboração de um diagnóstico sobre as demandas habitacionais mais detalhado, que considera além de dados oficiais a percepção da população sobre o próprio território”, destacou Mariana Estevão. 

O PLHIS foi dividido em três etapas, sendo elas metodologia, diagnóstico municipal e proposta de ação. Todas as etapas visam identificar e solucionar problemas encontrados, em um período de curto, médio e longo prazos. 

O PLHIS será responsável por planejar, captar recursos e executar projetos que visem à construção de unidades habitacionais, além da aplicação de melhorias e assistência técnica aos conjuntos já construídos.





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