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São Gonçalo mantém campanha de vacinação antirrábica


São Gonçalo mantém campanha de vacinação antirrábica

Quem ainda não vacinou cães e gatos pode procurar o Cavem

 A Campanha Nacional de Vacinação Antirrábica 2023 para cães e gatos continua em São Gonçalo. A Vigilância Sanitária e a Vigilância em Saúde Ambiental estão cadastrando os protetores que não conseguiram levar os seus animais no dia da campanha para que eles sejam vacinados em casa. Quem não é protetor pode levar o seu animal ao Centro de Atendimento Veterinário Municipal (Cavem), no Mutuá.

Os protetores podem realizar o cadastro através do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdUj0Yk2PC2RNAd83h-lQNovPEqRkTwHEXYc1zyn-SQfwJDdA/viewform. Após o cadastro, os agentes da Vigilância Sanitária vão entrar em contato para ir até a casa dos protetores para a vacinação dos animais. A vacinação será feita por veterinário acompanhado dos técnicos da Vigilância em Saúde Ambiental.

“A campanha no município foi um sucesso, mas queremos melhorar ainda mais a cobertura vacinal com aqueles animais que não conseguiram ser vacinados. Para isso, basta que os protetores acessem esse link e se cadastrem para que a equipe possa ir ao local realizar o serviço”, disse o diretor da Vigilância Sanitária, Renato Rangel. 

No Cavem, a vacinação continua sempre de segunda a sexta (exceto feriados e pontos facultativos), das 8h às 16h, sem a necessidade de realizar agendamento ou senhas. São Gonçalo vacinou 119.532 animais na última campanha. Foram 27.213 gatos e 92.319 cachorros nas duas etapas.

A imunização é para os animais com mais de três meses de vida e que não estejam doentes. Animais doentes, com febre, diarréia ou outras enfermidades não podem ser vacinados, assim como as fêmeas gestantes ou amamentando filhotes. A vacinação continuará sendo realizada até o fim do estoque das vacinas que chegaram para a campanha. 

“A vacinação é muito importante para deixar os animais longe da raiva, que é uma zoonose (doença que pode ser transmitida do animal para o ser humano), causada por um vírus, não tem cura e pode levar à morte”, explicou o subsecretário de Saúde Coletiva da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil, Anderson Teixeira. 





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